Às avessas

Lá-na-terra-do-contrário2

Beijoooos.


Me convida para passear? haha

É…eu prometo que não vou te dar toco. :))
Eu sei que você tem mil coisas para fazer, mas passear é legal…rsrs
Para qualquer lugar que seja.
Siiiiiiiiiim!
Convida!
Não fique com receio. hihi
Espero o convite, porque o aceite já está dado. 😛
Oiii, advogada!!

Escolha

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São tudo histórias, menino.
A história que está sendo contada, cada um a transforma em outra, na história que quiser.
Escolha, entre todas elas, aquela que seu coração mais gostar, e persiga-a até o fim do mundo.
Mesmo que ninguém compreenda, como se fosse um combate.
Um bom combate, o melhor de todos, o único que vale a pena.
O resto é engano, meu filho, é perdição…“(Caio F. Abreu).
Não se iluda…
Há pessoas mais interessantes que você no mundo.
Há pessoas mais bonitas que você no mundo.
Há pessoas mais inteligentes que você no mundo.
Há pessoas mais engraçadas que você no mundo.
Há pessoas mais companheiras que você no mundo.
Mas no meu mundo…só há você.
Porque eu escolhi você para fazer parte dele, não o resto do mundo.
Escolhi do jeito que é.
Escolho todo dia.
Porque eu poderia ir, mas escolho prontamente ficar.
E é por isto que não há pessoas mais interessantes, bonitas, inteligentes, engraçadas e companheiras no meu mundo.
Porque o resto do mundo, não é o mundo que, a cada dia, eu escolho viver.
TE AMO 😉

Pare

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Você está feliz agora?
Se você demorar mais que três segundos, terei que refazer a pergunta.
É que o presente dura só 03 segundos. Depois disso, ele vira passado.
Após 03 segundos, todas as informações que passam pela nossa cabeça saem da consciência e são arquivadas nos sistemas de memória do cérebro. Isso significa que enxergamos a própria vida, fundamentalmente, através da memória.
E mais, é com base em nossa memória que se determina se somos felizes ou não.
Isso é um sério problema para pessoas com memórias pouco privilegiadas.
Mas o que importa é que descobri que para ser feliz devemos repetir com frequência a experiência de “parar o tempo”.
Pare seu tempo mais vezes.
E se possível, paremos o nosso tempo juntos.
Não vale propor parar os nossos relógios 😉
Mas está valendo pedalar, você olhando a minha roda, lentinha QUE AMO TANTO 😉

Pesquisa de Satisfação

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1) Qual o nome da advogada que fez a sua audiência?

Pequena
2) A advogada mostra conhecer dos seus problemas?
( ) não (X) sim ( ) não sei ( ) talvez
3) A advogada procura estar ao seu lado quando precisa?
( ) depende ( ) não (X) sim, sr dr.
4) A advogada é atenciosa com você?
( ) não me olha (X) sim
5) Qual a nota que você daria para a advogada?
( ) ruim ( ) regular (X) Booooooooa
6) Alguma outra observação a fazer?
À espera de um dia poder falar, sempre, que é minha adevogada.
Post Scriptum:
7) A advogada te amou?
( ) não ( ) muito (X) muito mais que muito
8) Você amou MUITO a advogada e não soube demonstrar seu amor?
( X) sim ( ) não
9) Você ainda ama a advogada?
( ) não ( ) muito (x) muito mais que muito mais que muito

Neruda

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Não o urso da sua camisa.

Mas o original, de onde, é verdade, surgiu a inspiração para o nome.
O Neruda tinha um milhão de perguntas, que foram compiladas no seu livro das perguntas.
E lá dentro deste livro, Neruda se questiona:
Sofre mais quem espera sempre
Ou quem nunca esperou ninguém?
Bom, eu não sei a resposta da pergunta.
Mas a questão é outra.
Será que você não é importante para mim?
Um cara-aí-qualquer já disse que  “A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir. Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa,mais você demonstra a importância e o valor que ela tem pra você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa,observe a forma como ela utiliza o tempo
É bem verdade que não sei se esse-cara-aí-qualquer está certo.
Mas tenho certeza que sempre estou disposto a investir meu tempo para estar contigo.
Seja na academia, no trabalho, no parque, no cinema, ou no cachorro quente de nova iguaçu.
Talvez isso signifique algo sobre como utilizo meu tempo.
Mas talvez isso, ainda assim, não diga muito, porque tenho certeza que a importância das coisas não é medida por palavras, mas por atitudes diante das coisas.[Por que não tatuei isso em mim?]
Seja como for, não podia terminar sem falar novamente do Neruda.
É que tenho que confessar que fiquei com vontade de abraçar e beijá-lo.
Não o original.

Mas o urso da sua camisa (com você dentro). :p
Beijos,
Para uma das pessoas mais importantes de toda a minha vida QUEM EU AMO.

O silêncio

 

06-04-2015-21-58-55-vento

Recebi na minha caixa de entradas outro dia esse trecho desse texto de Clarice Lispector.

“É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível – sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é vida. Ou neve, que é muda, mas deixa rastro – tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve”.
É engraçado como eu consigo “ouvir” esse silêncio que ela diz no texto, porque ela sabe escrever e passar o que pretende.
Poucas pessoas conseguiriam descrever o indescritível.
Eu não sou uma dessas.
Por isso falho na sua descrição.
E peco por um outro milhão de coisas que constantemente falho por não saber dizer o que pretendo. [Vivo em silêncio]
Não sei se um dia ainda acreditará que gosto de você TE AMO.
Te quero imensamente bem [e sem gripe ;)]
Beijos.

Amor Fati

“Quero cada vez mais aprender a ver como belo aquilo que é necessário nas coisas: – assim me tornarei um daqueles que fazem belas as coisas.” [Nietzsche]

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Não se mate – Carlos Drummond de Andrade
Gabriel
, sossegue, o amor

é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será.
Inútil você resistir
ou mesmo suicidar-se.
Não se mate, oh não se mate,
reserve-se todo para
as bodas que ninguém sabe
quando virão,
se é que virão.
O amor, Carlos, você telúrico,
a noite passou em você,
e os recalques se sublimando,
lá dentro um barulho inefável,
rezas,
vitrolas,
santos que se persignam,
anúncios do melhor sabão,
barulho que ninguém sabe
de quê, praquê.
Entretanto você caminha
melancólico e vertical.
Você é a palmeira, você é o grito
que ninguém ouviu no teatro
e as luzes todas se apagam.
O amor no escuro, não, no claro,
é sempre triste, meu filho, Carlos,
mas não diga nada a ninguém, ninguém sabe nem saberá.

 

Saudade

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Daqui a 50 anos eu ainda vou saber seu nome e vou me lembrar de todas as vezes que você me fez sorrir. Na minha memória, tão congestionada – e no meu coração – tão cheio de marcas e poços – você ocupa um dos lugares mais bonitos.”[Caio]

isso é saudade.
mas passa.

é só você voltar.
Ou você não ir.

Eterno retorno do mesmo

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Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.BeijosBeijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.

Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.BeijosBeijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.

Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.BeijosBeijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.Beijos.

[porquequeroseusbeijosummilhãodevezes]